domingo, 10 de abril de 2011

SOUTIENS nas orelhas não é loucura

Eu quero estes...fazem muito barulho no meu sítio


Se me virem por aí com um soutien nas orelhas não é sinal que estou pior da maluqueira. É por causa do barulho. Não acreditam? Eu explico. Os soutiens velhos que são entregues nas lojas de roupa interior podem recompensar a futura ex-dona com 3 ou 5 euros. Depois de andarem mais ou menos tempo a segurarem as protuberâncias peitorais das mulheres aqueles adereços são reciclados e transformados em protectores contra o barulho indesejável. 
Graças às novas técnicas, não sei bem como mas os especialistas garantem que sim, os soutiens mudam-se dos seios femininos para as orelhas de ambos os sexos, evitando o desconforto de meter algodão nos ouvidos quando o filho de uma senhora muito séria do vizinho do lado andar a fazer obras logo de manhã no passado sábado e eu sem um soutien à mão...
Mas vou resolver este problema. Prometo. Como há muito barulho na minha rua tenho de arranjar um soutien grande. E para arranjar um soutien XXL preciso que uma mulher tenha...Hmmm...Vocês percebem !

sábado, 9 de abril de 2011

O ESQUELETO PRÉ-HISTÓRICO maricas

Coitado do esqueleto que ficou com fama de gay...

Há coisas do arco da velha. Uma equipa de arqueólogos andava a esgravatar a terra, como as galinhas, e, voilá, descobriram um esqueleto. Até aqui tudo bem. O que mais há são montes de ossos enterrados por todo o lado. Às vezes estou a comer e atiro pela janela os ossos de uma galinha ou de um coelho. Daqui a milhares de anos os arqueólogos vão ficar baralhados quando descobrirem os restos mortais misturados e vão fazer teses sobre teses, garantindo que os coelhos punham ovos e as galinhas tinham orelhas grandes e eram peludas...Puxa, que confusão...
Bem, voltemos à República Checa e ao esqueleto. A dra Katerina Semradova andou a vasculhar os ossos da pré-histórica criatura e mesmo sem encontrar a carteira dele com o cartão do cidadão determinou que o senhor já não era um jovem da "geração à rasca" mas um idoso com 4.500 ou 4.900 anos...Mas esta arqueóloga além de esperta resolveu violar a privacidade do ossudo defunto e o que ela foi descobrir? Que o Homem era homossexual, imaginem! Na minha célebre ingenuidade ainda pensei que o esqueleto tivesse algum pirilau enfiado onde não devia. Era uma hipótese. Mas, além de estar sozinho, os pirilaus, como muita gente deve saber, não tem osso, algo que não sei se é uma vantagem ou uma desvantagem à medida que os anos passam, e sem osso não há vestígios de pirilaus depois de uns anos debaixo de terra. Além disso o esqueleto encontrava-se sozinho. Mau. Então como pode a distinta arqueóloga do nome esquisito concluir que encontrou um maricas que engolia a palhinha? Um pormenor mais: de palhinhas nem pó...
Segundo ela, naquele tempo os homens eram enterrados sobre o seu (deles) lado direito e com a cabeça virada para oeste e as mulheres sepultadas com a cabeça virada para este (ponto cardeal). Ora este milenário sujeito estava sobre o lado esquerdo e com a cabeça virada para oeste. Que confusão...
A partir destes dados, a dra xpto não foi de modas: "Este gajo é maricas porque está deitado ao contrário do que devia". 
Não será precipitado julgar a opção sexual de cada um pelo modo como está morto e enterrado? Eu acho que sim. E digo mais, eu, que não só arqueólogo: o esqueleto podia ser canhoto e dar-lhe mais jeito estar morto sobre o lado esquerdo. Ou não? E agora o pobre do carga de ossos não se livra da fama de gay...



BATALHA DE LA LYS foi há 93 anos


Soldados portugueses nas trincheiras de La Lys
Batalha de La Lys, deu-se entre 9 e 29 de Abril de 1918, no vale da ribeira da La Lys, sector de Ypres, na região da Flandres, na Bélgica.
Nesta batalha, que marcou a participação de Portugal na Primeira Guerra Mundial, os exércitos alemães provocaram uma estrondosa derrota às tropas portuguesas, constituindo a maior catástrofe militar portuguesa depois da batalha de Alcácer-Quibir, em 1578.
A frente de combate distribuía-se numa extensa linha de 55 quilómetros, entre as localidades de Gravelle e de Armentières, guarnecida pelo 11° Corpo Britânico, com cerca de 84 000 homens, entre os quais se compreendia a 2ª divisão do Corpo Expedicionário Português (CEP), constituída por cerca de 20 000 homens, dos quais somente pouco mais de 15 000 estavam nas primeiras linhas, comandados pelo general Gomes da Costa. Esta linha viu-se impotente para sustentar o embate de oito divisões do 6º Exército Alemão, com cerca de 55 000 homens comandados pelo general Ferdinand von Quast (1850-1934). Essa ofensiva alemã, montada por Erich Ludendorff, ficou conhecida como ofensiva "Georgette" e visava à tomada de Calais e Boulogne-sur-Mer. As tropas portuguesas, em apenas quatro horas de batalha, perderam cerca de 7500 homens entre mortos, feridos, desaparecidos e prisioneiros, ou seja, mais de um terço dos efectivos, entre os quais 327 oficiais.
Entre as diversas razões para esta derrota tão evidente têm sido citadas, por diversos historiadores, as seguintes:
  • A revolução havida no mês de Dezembro de 1917, em Lisboa, que colocou na Presidência da República o Major Doutor Sidónio Pais, o qual alterou profundamente a política de beligerância prosseguida antes pelo Partido Democrático.
  • A chamada a Lisboa, por ordem de Sidónio Pais, de muitos oficiais com experiência de guerra ou por razões de perseguição política ou de favor político.
  • Devido à falta de barcos, as tropas portuguesas não foram rendidas pelas britânicas, o que provocou um grande desânimo nos soldados. Além disso, alguns oficiais, com maior poder económico e influência, conseguiram regressar a Portugal, mas não voltaram para ocupar os seus postos.
  • O moral do exército era tão baixo que houve insubordinações, deserção e suicídios.
  • O armamento alemão era muito melhor em qualidade e quantidade do que o usado pelas tropas portuguesas o qual, no entanto, era igual ao das tropas britânicas.
  • O ataque alemão deu-se no dia em que as tropas lusas tinham recebido ordens para, finalmente, serem deslocadas para posições mais à rectaguarda.
  • As tropas britânicas recuaram nas suas posições, deixando expostos os flancos do CEP, facilitando o seu envolvimento e aniquilação.
O resultado da batalha já era esperado por oficiais responsáveis dentro do CEP, Gomes da Costa e Sinel de Cordes, que por diversas vezes tinham comunicado ao governo português o estado calamitoso das tropas. 
O Milhões e a sua Lewis mataram dezenas de alemães
O SOLDADO MILHÕES
Nesta batalha a 2ª Divisão do CEP foi completamente desbaratada, sacrificando-se nela muitas vidas, entre os mortos, feridos, desaparecidos e capturados como prisioneiros de guerra. No meio do caos, distinguiram-se vários homens, anónimos na sua maior parte. Porém, um nome ficou para a História, deturpado, mas sempiterno: o soldado Milhões.
De seu verdadeiro nome Aníbal Milhais, natural de Valongo, em Murça, viu-se sozinho na sua trincheira, apenas munido da sua menina, uma metralhadora Lewis, conhecida entre os lusos como aLuísa. Munido da coragem que só no campo de batalha é possível, enfrentou sozinho as colunas alemãs que se atravessaram no seu caminho, o que em último caso permitiu a retirada de vários soldados portugueses e britânicos para as posições defensivas da rectaguarda. Vagueando pelas trincheiras e campos, ora de ninguém ora ocupados pelos alemães, o soldado Milhões continuou ainda a fazer fogo esporádico, para o qual se valeu de cunhetes de balas que foi encontrando pelo caminho. Quatro dias depois do início da batalha, encontrou um major escocês, salvando-o de morrer afogado num pântano. Foi este médico, para sempre agradecido, que deu conta ao exército aliado dos feitos do soldado transmontano.
Regressado a um acampamento português, um comandante saudou-o, dizendo o que ficaria para a História de Portugal, "Tu és Milhais, mas vales Milhões!". Foi o único soldado raso português da Primeira Guerra a ser condecorado com o Colar da Ordem da Torre e Espada, a mais alta condecoração existente no país.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Apelo à ditadura democrática?



Quarenta e sete personalidades apelam ao consenso político. Isto cheira-me a ditadura democrática. Não compro este "pacote" de unanimidade. A Democracia é o confronto de opiniões, políticas, ideologias e diferentes soluções para o mesmo problema. Estas personalidades, por muito respeitáveis que sejam, optam pelo unanimismo. Ok. Que lhes faça bom proveito. Seguindo o raciocínio deles valeria a pena ir votar dentro de dois meses? Obviamente que não. Seria tempo perdido. Meus caros, já bastaram 48 anos de união de ideias e admirara-me que alguns dos que lutaram contra o monolitismo político venham agora defendê-lo, embora o façam à alicerçados numa pseudo-democracia com partidos amarrados a um compromisso. Os que os portugueses precisam e devem exigir é uma explicação profunda do seu programa político para que cada um possa decidir em conformidade com as soluções apresentadas. 
Só entendo e compreendo  o consenso político de todos os partidos na causa da independência nacional. Mais nada.

Discurso de Sócrates leva à loucura

Anónimo do PS empolgado com discurso de Sócrates


Discurso de José Sócrates aplaudido vibrantemente no Largo do Rato, doidamente no Júlio de Matos, com fogo de artifício no Freeport de Alcochete, aos hurras pelo Procurador-Geral da República e com um buzinão de dois carros de bois juntos aos galinheiros (desenhados por ele) da Guarda. Há festa de arromba na sucata do Godinho com robalos assados "à Vara".

O silêncio dos modelos



Não vou entrar por julgamentos sumários pessoais porque não tenho elementos concretos para o fazer. O Carlos Castro foi assassinado pelo Renato Seabra, desconheço as circunstâncias que o levaram a matar e a mutilar e espero que se faça justiça. Só isso. Mais anos ou menos anos de cadeia é um caso para o juiz decidir. No entanto não auguro nada de bom para o jovem modelo porque, pelos poucos pormenores que a notícia contém, o magistrado recusou que a confissão fosse retirada do processo e não me parece disposto e engolir a tese da "loucura". 
Os sonhos dos jovens parecem-me demasiado influenciado pelos programas televisivos. Há horas, numa escola perto de mim, os alunos fizeram uma festa. Um desfile de moda, claro. A "speaker" anunciava o nome dos jovens dos 10 aos 16 anos, de ambos os sexos, e em seguida a aspiração profissional de cada um. Mais de 80 por cento dos miúdos e miúdas disseram que queriam ser modelos quando fossem "grandes", o que não deixa de ser significativo. Algumas raparigas referiram a profissão de cantora ou bailarina e apenas uma delas saiu desta quase unanimidade ao dizer que prefere ser veterinária. Os poucos rapazes que não optam pelas passadeiras da moda sonham em ser estrelas de futebol e só um se prepara para ser construtor civil. 
Esta "amostragem" é significativa acerca do futuro dos adolescentes. Estas televisões...ai...ai...

quinta-feira, 7 de abril de 2011

O casamento do século




A noiva vaidosa e elegante usa um vestido branco decorado com 1800 cristais Swarovski e um colar de pérolas. Entra na sala onde se vai realizar a cerimónia, ao som da marcha nupcial tocada por uma harpista, para se juntar ao noivo, vestido com um luxuoso smoking. Em seguida, conta o Mail Online, os 80 convidados vão deliciar-se com um sumptuoso bufete num local decorado com mais de 4500 euros em flores e balões.
“Queria que a Lola tivesse um dia perfeito”, disse, ao Mail Online, Louise Harris, proprietária de uma boutique e um salão para casamentos perto do seu apartamento, em Chelmsford. “Era para ser uma cerimónia só com 30 convidados, mas a lista não parou de crescer, porque não queria deixar ninguém de fora, como acontece em todos os casamentos”, acrescentou.
Louise Harris lançou um desfio online para conseguir encontrar o par ideal para Lola. Recebeu centenas de propostas, tendo seleccionados seis. Após vários encontros pessoais, chegou à conclusão que o pretendente favorito de Lola era Mugly, o nubente mais feio do Reino Unido em 2005. “Dizem que os opostos se atraem. Eles entenderam-se muito bem e eu acho que ele é o marido perfeito para Lola”, contou Louise Harris.
Vamos agora completar este conto de fadas. A senhora Lola é, afinal, uma cadela Yorlshire Terrier de seis anos e o senhor  Mugly um Chinese crested dog mais ou menos da mesma idade. A cerimónia do feliz casal realizou-se numa mansão em Bradwell-on-Sea, em Essex, Inglaterra e custou quase 23 mil euros. 
Muito mais que os todos os meus casamentos juntos...

E eis o feliz casal do casamento do século...