sábado, 30 de julho de 2011

A BARRIGA, a DIETA e o AMOR !


Um amigo meu chegou à conclusão que estava a ficar gordo, bolachudo e com uma barriga proeminente. A mulher concordou com ele e incentivou-o a fazer dieta. Até aqui nada de anormal porque quase toda a gente, hoje em dia, cuida da "linha". O meu amigo deitou mãos à obra, ou melhor, fechou a boca às cervejas, às feijoadas, caldeiradas e outras "adas" substanciais tão agradáveis ao corpo e à alma. Trocou as Sagres por água, as batatas por saladas, os entrecostos e as bacalhauzadas por bifinhos e/ou peixes grelhados. Doces nem vê-los. E na verdade a mudança alimentar produziu os seus efeitos. O moço estava a aproximar-se a passos largos de se tornar um modelo cobiçado pela Fátima Lopes. 
Mas...
Não há bela sem senão. Infelizmente. O "rapaz" de meia idade trabalha como um mouro e começou a sentir sinais preocupantes de fraquezas, tremuras e falta de forças para dar conta do serviço profissional. Pior: a mulher, também minha amiga, é extremamente exigente quanto aos deveres conjugais mas os  efeitos secundários da elegância do marido deixava-a a "falar sozinha" noites e noites a fio. 
O meu pobre amigo entrou em depressão e o casamento estremeceu com a ausência quase total de "coiso e tal". Em desespero, o agora aprumado marido ainda tentou uma solução extrema: ligava à dedicada esposa, antes de regressar ao remanso do lar doce lar, e perguntava-lhe se ela estava ou não disposta à "festa". Em caso afirmativo, ele atirava-se aos bifes, batatas fritas e sobremesas e às Sagres como gato a bofe; nas (poucas) vezes que a cara-metade lhe respondia "não" lá voltava ele às saladas, ao arroz branco e aos grelhados regados a água.
Vi-os nesse período de crise existencial e marital algumas vezes. Ele com um perfil de atleta e ela com uma cara fechada marcada pela infelicidade das dietas do marido à mesa e na cama...
O homem, desesperado, entre a espada e a parede, ou seja, entre a energia perdida e a hipótese muito provável de ver ir à vida a barriga e a "esfomeada" esposa, acabou com aquele tormento de uma vez por todas e enfardou  chispalhadas, favas com chouriço, arroz de cabidela, bacalhau com todos e  as desejadas Sagres. 
Resultado: a barbela no queixo aumentou, a barriga regressou à sua anterior proeminência, as camisas quase rebentam pelas costuras mas a alegria exteriorizada pelo rosto da mulher é agora proporcional aos "pneus"  daquele a quem jurou fidelidade para sempre.
O amor é lindo. Mais vale uma barriguinha na mão que duas boas "noitadas" a voar...

sexta-feira, 29 de julho de 2011

"JL" elogia "SOMBRAS de NINGUÉM"


Não sou vaidoso. Mas quando alguém reconhece algum mérito no trabalho que produzimos é um incentivo para fazermos mais e melhor. O "Jornal de Letras" teve a amabilidade de criticar positivamente o meu primeiro livro publicado, "Sombras de Ninguém", com as seguintes palavras:
"Poderosamente entrosada com a vida, a arte literária do autor arrebata-nos pela clareza, pelo ritmo, pela verosimelhança. Realidade ou ficção? O leitor não resolverá o dilema nem após a última página. 
Alternando a profunda ternura e a dureza mais árdua, "Sombras de Ninguém" é um livro de "suspense". Mas ao desvendar-se o "suspense", o protagonista amarrar-se-à à paixão que o domina ou fará justiça pelas suas mãos, a que se sente destinado? Este romance marca o auspicioso aparecimento de um novo escritor"

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Só a MORTE calou o ZÉ MARIA !

Moura, terra Natal do Zé Maria...

O meu amigo Zé Maria morreu ontem. Deixou-nos de repente, embora o seu estado de saúde fosse precário desde há alguns anos. Alentejano de Moura, foi sempre um revoltado anti-sistema, anti-regimes, anti-partidos, anti-corrupção, anti tudo o que prejudicasse Portugal e os mais desfavorecidos. Antes do 25 de Abril andou à berlaitada entre os chaparros com a GNR, numa altura em que essa força policial fazia esmorecer os ímpetos contestatários dos mais valentes. Era contra a organização colonial do País, mas esteve em Angola como oficial da Força Aérea para não o julgarem um cobardolas que se esgueirava sorrateiramente dos campos de batalha onde muitos dos seus amigos o acompanhavam. Na Democracia lutava sozinho, sem receios de consequências nefastas para a sua vida profissional e familiar. No emprego, nos bancos, nos hospitais, nas finanças, cafés, restaurantes, fosse onde fosse, o Zé Maria protestava, discutia, barafustava, assinava livros de reclamações e se necessário andava à estalada aos "burocratas" que não o atendiam com atenção e urbanidade, como se exige a qualquer um que esteja num serviço de atendimento público. Nos bons velhos tempos, ainda com a saúde no auge, cantava as modas alentejanas às duas ou três da manhã quando ia na rua a caminho de casa. E coitados dos PSP's que viessem importunar a sua alegria com regulamentos da treta. Acompanhei-o em dezenas de serões. Era um prazer integrar uma tertúlia com ele. Era culto, recitava, filosofava, declamava passagens de obras-primas da Literatura. Enfurecia-se com Salazar, Caetano, Sá Carneiro, Mário Soares, Cavaco, Guterres, Sócrates, tudo e todos que representassem o poder opressor. Não ligava à Internet e muito menos a grupos virtuais. Acamaradava com os amigos reais. Verdadeiros. Fez  mais ele sozinho na sua luta diária pelas liberdades individuais que muitos movimentos e associações cívicas mais ou menos numerosos. O Zé Maria era um genuíno "guerreiro" anti-sistema. Um cruzado da justiça contra todas as injustiças. Fossem todos como ele e o País não estaria encurralado num beco aparentemente sem saída. Só a Morte conseguiu calar a voz incómoda do Zé Maria. Descansa em paz, AMIGO!

quarta-feira, 27 de julho de 2011

PRESO no dia que SALAZAR morreu


Hoje, por mero acaso, reparei que faz não sei quantos anos que o Salazar morreu. E por causa do finamento do "Botas", eu e alguns amigos e amigas fomos presos, embora não malhássemos com os costados nas masmorras da PIDE. Por um triz. A malta amiga da altura, rapazes e raparigas à volta dos 15-16-17-18 anos reunimo-nos em casa dos pais da Lina, a aniversariante desse dia de Verão de 1970. Nos anos 60 e 70 estas comemorações eram normalmente à tarde na residência mais disponível. E foi o que fizemos. No rés-do-chão de um prédio da Rua de São Marçal, em Lisboa, organizámos a festa, apagámos as velas, cantámos os parabéns e chutámos os pais da Lina para dançarmos à vontade os "hits" dos 60's. 
Andava aqui o vosso amigo atracado à Cristina, a apertá-la mais do que a dançar o "Nights in White Satin" dos "Moody Blues", uma daquelas músicas das quais resultaram muitos bebés, e cada um enrolado com cada qual, quando bateram violentamente à porta do rés-do-chão. Eram dois polícias de serviço na Emissora Nacional, mesmo ao lado do prédio da Lina, que de imediato nos deram ordem de prisão, acusados, segundo eles, de estarmos "a comemorar a morte do Senhor Professor Oliveira Salazar". Ignorávamos  que o ditador tinha batido a bota mas mesmo que soubéssemos faríamos o mesmo, nesta idade nenhum de nós ligava à política, mas a situação piorou com a chegada de uma brigada da PIDE. Mandaram-nos esperar no passeio pela carrinha que nos levaria para a célebre sede da polícia política, na António Maria Cardoso. A coisa não estava mesmo para brincadeiras...No entanto, o pai do João "Gordo", agora administrador do Parque das Nações, era um dos donos do jornal "O Século" e moveu todas as suas influências para a rapaziada não ir de "saco", o que conseguiu após vários telefonemas, que isto de contrariar uma decisão da PIDE era uma tarefa quase impossível, até os convencer que estávamos apenas e só a festejar os anos da Lina e não a morte do "Senhor Professor Oliveira Salazar".  Ele responsabilizou-se por todos nós e foi por um fio que não acabámos na cadeia depois de estarmos sob prisão mais de uma hora no meio da rua. 
Depois de lamentarmos aos polícias o passamento do "Senhor Professor Oliveira Salazar", levámos o gira-discos e os respectivos "long-play" (que saudades do vinil...) para o terraço, bem longe dos olhares e ouvidos policiais, e voltei a agarrar-me à Cristina ao som melado de "A Whiter Shade of Pale", dos "Procol Harum". Que será feito da Cristina? 

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Na cama com SHAKIRA



Que noite... Loca... Loca... Loca... Acordar na cama com a Shakira... Loca...Loca...Loca... Aqueles cabelos soltos, selvagens  e insinuantes  rebeldes... Locos... Locos... Locos... Um corpo intenso de energia inesgotável ...Loco... Loco... Loco... Como ela ondula freneticamente  desde a cabeça às unhas dos pés... Loco... Loco... Loco... A bela mulher parece partir-se em cacos com aqueles requebros de ancas... Locas... Locas... Locas... Que noite louca na cama com Shakira... Loca...Loca... Loca... Esgotante... Loca... Loca... Loca... Mas a Loca... Loca... Loca... estava na minha cama mas... na Televisão ao fundo da... cama...Locos! E virei-me para o outro lado... Loco... Loco... Loco... Invejosas mentes perversas... Locas... Locas... Locas...










"OS NOVOS TEMPLÁRIOS" na EUROPA

Quando escrevi no grupo "1 Milhão", logo a seguir aos atentados na Noruega, que tudo isto não era obra um "louco" recebi logo críticas de que estaria a fantasiar uma "teoria da conspiração", isto porque recordei a existência de um exército clandestino europeu apoiado pela NATO, CIA, MI6, PIDE e outras polícias do mundo livre, denominado Gládio, que treinava mercenários para sabotar uma eventual invasão da Europa Ocidental pelo Pacto de Varsóvia. 
Apesar das pressões existentes da União Europeia sobre os mais diversos países para saberem se essa organização foi extinta ou ainda continua activa, com depósitos de armas e munições espalhadas pelo Velho Continente, a verdade é que até agora nenhum deles respondeu de forma clara e convincente sobre o melindroso assunto. 
Há muito tempo que circulava pela Internet o manifesto dos "Novos Templários", com páginas no Facebook polvilhada de "likes" de milhares de apoiantes de todo o Mundo perante a indiferença ou o desconhecimento total das autoridades mundiais e dos "espiões" espaciais que custaram milhares de milhões de dólares aos contribuintes americanos e europeus. Todos os departamentos de segurança foram apanhados com as calças na mão. Tal como no 11 de Setembro, em Nova Iorque e Washington, quando os americanos, entre os milhares de aviões de combate que possuem, apenas tinham dois (!!!) F-16 em condições de intervir na zona e mesmo assim encontravam-se desarmados...  
Assim que se consumaram as chacinas foram milhares os internautas que em poucos minutos  aplaudiram esta  missão sanguinária, o que levou o "Facebook" a fechar a página. A "Nova Ordem" europeia encontra-se disseminada pelo Velho Continente de uma forma muito mais profunda do que os mais ingénuos possam imaginar. 
Se "Os Novos Templários" e a "Gládio" estão interligadas não se sabe nem nunca se saberá. No entanto, existem pontos em comum que não devem colocar de parte esta hipótese ou pelo menos considerar este novo movimento com um descente ou a recriação de exércitos secretos, agora acrescentados na sua génese com um "lifting" anti-islâmico. 
Anders Behring Breivik confessou à polícia que existem mais duas células de "novos templários". Por mim existem muitas mais. No caso de Portugal, por exemplo, constam 10.807 portugueses na "lista negra" a assassinar. Porquê um número tão concreto e preciso e não uma soma redonda tipo 10 mil ou 20 mil? Será que ele conhece tão minuciosamente a vida pública e política portuguesa ao ponto de sentenciar os nossos 10.807 cidadãos "traidores" ou alguém residente no nosso país e pelo menos simpatizante com a "causa" o informou sobre os alvos a atingir? As refinarias de Sines e de Matosinhos bem como o reactor nuclear da Bobadela, condenadas à destruição pelo norueguês, como chegaram ao seu conhecimento? Pelo Google Maps? Não acredito. Estando  o idioma norueguês nos antípodas do português não existe o mínimo erro ortográfico nos documentos de Andres Breivik. Estranho, não é? Dos partidos políticos com representação parlamentar apenas o CDS escapa à "lista negra". Todos os outros são alvo da ira dos "novos templários". O "rapaz" está muito melhor informado sobre a política nacional do que uma grande percentagem da população indígena lusitana. 
Que é relativamente fácil produzir bombas de grande efeito explosivo a partir de materiais aparentemente inócuos e de uso comum já eu o tinha escrito muito antes, sem, no entanto, explicar as fórmulas, as percentagens e como se "limpam" antes de estarem operacionais. Depois basta, por exemplo, um toque de telemóvel para as accionar. Mesmo assim é uma tarefa muito perigosa e que requer muito treino específico. "Trabalhar" as munições para estas serem mais mortíferas e eficazes é uma área para especialistas e requer uma preparação bastante específica que não está ao alcance de todos. Não vou entrar em pormenores quanto à alteração das munições, mas desde as balas explosivas aos projécteis de estilhaços tudo é possível nesta "arte". E o Anders Brevik soube utilizar todos estas "artimanhas" para amplificar os resultados da matança. Quem o treinou? Na Internet existe muita teoria mas daí à prática ainda vai um grande passo que, em falso, pode sempre ser o último...
A tese do "louco", essa sim, é uma fantasia que pode custar muito caro à Europa se for considerada como a causa deste acto. Só um indivíduo muito calmo, com um enorme sangue frio e uma confiança infinita nas suas capacidades é capaz de lavar a cabo com êxito uma operação complexa como esta. Com rigor militar, Anders seguiu à risca os manuais de uma operação de surpresa. Criou uma manobra de diversão para atrair a Polícia a um determinado local e seguiu calmamente para o objectivo principal, centenas de jovens do Partido Trabalhista, encurralados numa ilha de dimensões pouco maiores que as Berlengas. Muitos dos futuros governantes da Noruega foram deliberadamente assassinados. Pelo sim pelo não...Os "loucos" não agem assim tão minuciosamente. O seu "modus operandi" é causar o maior número de estragos que possam e ou morrem durante o acto ou suicidam-se após cometê-los. Aqui, tal como nos serial-killer, a demência temporária não pega. 
Anders sabia que, tal como em Portugal, as forças especiais da Polícia estão limitadas na sua acção, o que lhe dava tempo para actuar. Se houvesse um caso idêntico no nosso país, a polícia teria de requisitar um helicóptero de transporte à Força Aérea, o comandante da base seria obrigado a pedir autorização ao Estado-Maior da FA e daí para baixo na hierarquia até que o héli fosse à base da Polícia embarcar um grupo de Operações Especiais e daí voar até ao local da crise seria mais ou menos o mesmo tempo que gastaram as autoridades norueguesas. Lá como cá, a burocracia dos "quintais" da segurança são compartimentos estanques que atrasam a operacionalidade das forças da ordem. A prioridade é passar multas, verificar se os restaurantes fazem a comida com colheres de pau ou se as bolas de berlim que se vendem nas praias estão de acordo com as normas da União Europeia...
A conclusão que retiro deste acontecimento lamentável é que Anders é ele próprio uma célula de um corpo com cabeça tronco e membros, os "novos templários", que, mais tarde ou mais cedo, darão sinal de vida. Neste caso de morte...
Já agora, coloco as diversas designações da Gládio nos vários países: Gládio (Itália), SDRAB (Bélgica), Absalon (Dinamarca), TD BJD (Alemanha), Taca na hEirieann (Irlanda), LOK (Grécia), Stay-Behind (Luxemburgo), I&O (Holanda), ROC (NORUEGA), Aginter (Portugal), P26 (Suíça), Counter-Guerrilla (Turquia), AGAG (Suécia), OWSGV (Áustria). Na França, Finlândia e Espanha, as designações destes exércitos secretos continuam desconhecidos, apesar das solicitações frequentes da União Europeia. 
E "Os Novos Templários"? Que outras designações terão nos mais diversos países? 
Estarão infiltrados nos movimentos "pacifistas" anti-sistema que proliferam pelo Mundo com o intuito de recolherem informações até que um dia entrem novamente em acção? Serão alguns movimentos tão pacifistas como parecem à primeira vista? Não haverá agitadores entre certos grupos anti-sistema para se justificarem certo tipo de actuações? 
É só pensar um bocadinho...

sábado, 23 de julho de 2011

AMY a rebelde WHINEHOUSE "partiu"



Morreu Amy Whinehouse. Segundo as primeiras informações foi vítima de uma overdose de drogas e álcool. Aos 27 anos desaparece uma das maiores e mais controversas estrelas da música. Muito jovem. Tal como Jim Morrinson, Janis Joplin, Jimi Hendrix e Kurt Kobain. Os deuses reclamam os jovens. Não a apreciava muito como artista mas era uma figura incontornável que não deixava ninguém indiferente. Irreverente e rebelde, viveu sempre nas franjas do sistema e fora das convenções sociais. Partiu e que descanse em paz.
Amy Winehouse nasceu numa área suburbana de Southgate, bairro de Londres, em 14 de Setembro de 1983, numa família judia de quatro pessoas, com tradição musical ligada ao jazz. O seu pai, Mitchell Winehouse, era motorista de táxi e a sua mãe, Janis, farmacêutica. Amy tinha ainda um irmão mais velho, Alex Winehouse. Cresceu em Southgate, onde fez os estudos na Ashmole School.
Amy passou a infância e parte de sua adolescência presenciando os abusos do  pai sobre a sua mãe. Numa entrevista a uma rede de televisão inglesa, o pai da cantora revelou que em 1983 iniciou um caso com uma colega de trabalho, que se tornou sua esposa em 1996. "Amy e o seu irmão sabiam disso e presenciavam o sofrimento da mãe. Eles chamavam-lhe  'a mulher do pai no trabalho'", afirmou ele em entrevista. Na canção "What It Is About Men" a cantora se refere ao que sua mãe teve de passar e ao comportamento de "homem de família" do próprio pai. Tais abusos refletiram no consumo de drogas desde os 18 anos. Amy estava numa sessão de fotos para o álbum Frank e o pai apanhou-a a enrolar um cigarro com droga. Ela respondeu às críticas do progenitor: "Não chateeis, pai! Vou fazer o que eu quiser, tenho 18 anos."

No dia 18 de maio de 2007, Ami casou-se com Blake Fielder-Civil em Miami. O marido cumpriu prisão temporária pela acusação de ter ferido gravemente James King, 36, proprietário de um pub, e de ter tentado obstruir a justiça em 2007, desde dezembro do ano passado. Blake admitiu sua culpa em audiências preliminares ao processo e evitou que o processo fosse agravado. Amy assistiu duas vezes às audiências, no tribunal londrino de Snaresbrook.
Amy já foi presa duas vezes no ano de 2008, devido a posse de drogas e confessou ter batido num homem com as mãos e passou uma noite numa cela, mas foi presa sem acusação formal
Alguns dos grandes êxitos de Amy Whinehouse: Rehabb,  Stronger Than Me,  Back To Black, You Sent Me Flying,  You Know I'm No Good, Fuck Me Pumps,  Love Is A Losing Game,  Take The Box, Tears Dry On Their Own, Know You Now, Wake Up Alone, Moody's Mood For Love,  Me & Mr. Jones, Valerie, In My Bed, Moneky Man, Just Friends,  (There Is) No Greater Love,  He Can Only Hold Her,  October Song,  Addicted, Help Yourself, You're Wondering Now. 
Em 16 de julho de 2009, Amy e Blake divorciaram-se por causa de acusações de infidelidade.