quarta-feira, 26 de outubro de 2011

A minha "FLUFA" deixou-me para sempre !

Adeus, "Flufa"
A minha "Flufa" deixou-me. Acordei e encontrei-a já inerte no eterno mundo dos sonhos. Encostada a um canto do sofá, tal como a deixei ontem, antes de me deitar. Acariciei-a, como habitualmente, longe de imaginar que seriam as últimas passagens da minha mão pelo seu pêlo sedoso. Deve ter falecido em Paz. Estava deitada e aninhada como se estivesse a dormir um sono descansado. Mas desta vez para sempre. Tinha 12 anos. Acabados de fazer em 11 de Setembro, tal como o seu irmão "Tomassas". Ultimamente andava um pouco murcha mas comia com o mesmo apetite de sempre. Sempre sofreu de problemas respiratórios mas nunca pensei que o fim dela estivesse tão próximo.
A "Flufa" era o "alarme" da casa. Controlava os pormenores e todos os outros gatos. Queria tudo feito à maneira dela e não raramente punha-os na ordem. Andava sempre a verificar se havia comida nos pratos deles. Em caso de alguma falha ia imediatamente chamar-me. Foi uma mãe exemplar. Educativa em todos os pormenores. Uma mãe-galinha. Também adorava roubar o "General" à mãe legítima dela e levá-lo para dentro do guarda-roupa e aí lavá-lo longamente. Mas também tinha prazer uma boa zaragata com algum familiar felino que a contrariasse. 
Nesta tarde de lágrimas de chuva e de temporal desabrido fui enterrá-la. Já sinto a falta dela. Apesar de não a ver, a minha "Flufa" está comigo! 

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Não há bruxas? Hay, hay !


Anda tudo a correr-me mal em todos os aspectos mas ontem a coisa extravasou a minha paciência. Ainda dizem que não há bruxas. Estou como os espanhóis (é a única coisa em que estou de acordo com eles): não acredito mas que las hay, hay. Foi o Domingo "perfeito". Acordei e o comando da TV avariou, o comando da TV Cabo ficou sem pilhas, os cigarros acabaram, fui ao tabaco de enrolar mas as mortalhas tinham desaparecido, socorri-me do velho cachimbo e pela primeira vez na vida até ele se recusou a deitar uma fumaça que fosse. Com tudo fechado e um temporal desgraçado na minha zona acabei a fumar tabaco enrolado em post-its. O meu email do hotmail foi bloqueado não sei porquê. What a day ! Alguém por aí para me desembruxar?...

sábado, 22 de outubro de 2011

Os beijos do ardente CARNEIRO à esquiva PEIXE!


Beijar alguém do signo Carneiro é mais ou menos como estar no meio de 
um terramoto. Aliás, segundos alguns historiadores relatam que Lisboa ficou destruída no monumental sismo de 1755 quando o pentavô do Trokas deu uma beijoca na pentavó da Sardinha, atrás da Igreja de São Domingos, que abanou todas as barracas e palácios da cidade e nem a água do tsunami que invadiu posteriormente o Tejo e as ruínas arrefeceram aquele escaldante choucho . Quem leva com um beijinho por mais inocente que seja de um Carneirinho nem sabe bem como aquilo começou e qual a razão pela qual as tuas pernas tremem daquela maneira tão evidente e ao mesmo tempo saborosa como um ensopado de carneiro, daqueles lãnzudos e não os de duas pernas sem lã mas peludas, enquanto os teus braços estão entrelaçados como um nó de marinheiro com os daquela pessoa apaixonada e tão incendiariamente fofinha para ti. Enfim, o Carneiro é arrojado sem limite de velocidade assim a modos que um Fórmula 1 sem ABS e, basicamente, triplica a sua impaciência quando o assunto é romance. E não é um romance de cordel qualquer. Comparado com o Carneiro, o romance Romeu e Julieta não passa de uma simples história de indiferença. E se tiver o ascendente em Carneiro, o caso é ainda mais grave...Oh lá se é. Bem mais grave. Gravíssimo. Incurável. Então, não te admires se fores atacada por uns lábios ávidos como os de um camelo sem beber água enquanto atravessou todo o deserto do Sahara, como tanto fogo tem que ser apagado que as chamas do Inferno comparado com Ele não passam de umas brasinhas esfriadas, não te admires também se o beijo terminar como o que se vê depois do beijo nos filmes americanos. E não é "Os Doze Indomáveis Patifes" ou o "Terror na Auto-Estrada"...Momentos mais tórridos que nos trópicos terrestres garantidos! Em caso de reclamação serão devolvidos no prazo de 12 meses...

"Hã?!? O quê ?!?  Não te espantes se ouvires isto da boca da Peixe ao lhe propores-lhe  um beijo...Pois, pois, se fosse só isso... Por isto, faz a coisa certa: decide-te por Ela ou vocês vão ficar a contar estrelas a noite inteira.Uma vez contei 989909876544567765445679 estrelinhas e nada de nada... Não te deixes levar por estas pseudo distraídas Peixinhas, porque são tão escorregadias como as enguias antes de entrar no tacho e indiferentes como um ferro de engomar sem electricidade , tanto assim que é melhor roubares-lhe  um beijo e esperares levares um estalo, se fosse só um estalo ainda corria o risco mas não, preferia voltar de novo ao convívio dos berros dos antigos sargentos instrutores que nos faziam a vida negra nos velhos tempos do Exército, do que contares com a iniciativa Dela. Enquanto aqueles olhinhos assustados e incrédulos  olham as estrelas, dá-lhe um beijinho como quem não quer nada, e ganhas em  troca o beijo típico dos nativos deste signo. Uma pedrada na tola? Um pontapé para fora do carro? Ela é como tu queres. E espera  que a sua boca diga como quereso beijo. Ah, é por isso que ela se mantém sempre em silêncio... Depois molda-se a ti, por compaixão ou mesmo por interesse. Aproveita esta doçura, doçura? Aquele sabor a chamuça?, mas com delicadeza: a Peixe molda-se à tua maneira de conduzir o beijo, sim, sim, molda-me as fuças com barro e gesso para não a chatear mais com essas mariquices, mas certamente não ficará cativa de um beijo que não transmita poesia ou romantismo. Desculpem lá, ó estudiosos e especialistas dos astros, mas vocês não acertam uma. Se a conhecessem não escreviam essas palermices. Aquela carinha linda com ar sem vergonha estava distraída a apanhar caracóis quando Deus distribuiu o carinho pela Humanidade...

Ok, eu levo "Os Lusídias" ! Uma beijoca por cada estrofe e o Camões já serviu para alguma coisa, a não ser chatear-me quando andava a estudar no Liceu !..Mas já sei qual será o resultado: mais deprimido ! O Carneiro, claro; a Peixe goza que nem uma perdida...




quinta-feira, 13 de outubro de 2011

O que um Carneiro sofre por uma Sardinha




A minha Sardinha, segundo os astros, é sensual (olá se é...se vocês vissem como Ela se rebola para os meus abraços que nunca acertam no alvo...Nem um terramoto de grau 10 da escala de Richter produz aquele efeito de deixar atrás Dela um semelhante grau de destruição psicológico e o físico em escombros...) e eu, um pobre Carneiro desamado por Ela é fogoso (É verdade que às vezes nem preciso de um fósforo para acender um cigarro mas tem dias...Noutras alturas, se não fosse Ela não podia com uma gata pelo rabo e logo eu que tenho sete...Nada de confusões: sete felinos peludos e não gatas de duas patas...Isso das sete, ou melhor, das nove, já foi chão que deu uvas nos anos desvairados da ternura dos quarenta...) e sentem-se muito atraídos um pelo outro. Tão atraídos, tão atraídos que Ela quase nunca me atende o telemóvel e ainda ontem mal chegou já se tinha ido embora. A minha Sardinha é esperta não como um alho mas como uma alheira. Uma judia que me faz a judiaria de esperar que alguém se prepare para sair com o carro para Ela estacionar em segunda linha e, assim, nem me dar tempo de lhe dizer como está linda (ontem estava fabulosa, endeusada, rosto sorridente sem vergonha, curvas indiscritíveis que deixariam Miguel Ângelo ou Leonardo da Vinci no colete de forças num manicómio de destravados mentais devido à sua incapacidade de reproduzir um ser tão perfeito e ao mesmo tempo tão esquivo como só uma Sardinha, a minha, sabe sê-lo), perfeita e assombrosamente atraente como uma visão celestial da Lilith, a primeira esposa de Adão, despachada para as goelas do Inferno por um Deus irado, que não admitia nem tolerava que a sua criação feminina tratasse a sua criação masculina do mesmo modo fugidio que a minha Sardinha me escapa por entre as redes de palavreado doce que lhe atirou assiduamente sem assédios implícitos. Mal olho para o lado e já ela se escapuliu para o alto mar, manhosa, aproveitando a buzinadela do carro que pretendia sair e o Dela impedia. Sem um adeus sequer. Fiquei sem saber se o fugaz encontro teria acontecido na realidade ou não passaria de uma alucinação tipo Lucy In the Sky With Diamonds. Uma mulher de Peixes, como a minha Sardinha, é carinhosa (para quem o será, meu Deus, que até sou ateu e nunca dei por qualquer manifestação semelhante por parte Dela, muito imaginativa (ui...ui...estou Eu a contar-lhe uma história para menores de 7 anos e está Ela a fazer um filme para maiores de 77 primaveras, verões, outonos e invernos...)  e encherá o nativo de Carneiro de amor e admiração o que fará sobressair uma nova sensibilidade nele. Ela? Estão a brincar comigo. Só pode! Seus astrólogos da treta. Venham observar uma vez que seja o modo como a minha Sardinha fala comigo e vocês terão de virar o signo Peixes do avesso ou terão de rebaptizá-lo de Víbora, Dragona de Komoro ou Aranha Negra.
O nativo de Carneiro, como este pobre diabo,  é uma pessoa optimista (até a minha Sardinha me deixar a sentir menos útil que uma larva ou uma bactéria) e cheio de energia (que se esvai no esforço de ela acreditar nos meus sinceros sentimentos) mas muito responsável e trabalhador para se distrair dos desgostos quando Ela me deixa de rastos. Se a mulher (amada mas inacessível) for Peixes, irá admirar a força e a coragem do Carneiro, bem como a segurança que ele lhe transmite, mas de longe, tão longe, tão longe que nem o telescópio Hubble a enxerga. Ao homem de Carneiro, atrai exactamente a sensibilidade (devem estar a brincar...não? frágeis são os chavelhos do infeliz quadrúpede lanzudo) e fragilidade (pois, pois, aquele coração é mais coreáceo que a Muralha da China) da mulher Peixes, que lhe vai dar prazer proteger. Ela irá ajudá-lo a obter sucesso. Sucesso na infelicidade, claro ! 

Como nativa de Peixes, a Sardinha não se importará desse tipo de relação (quanto mais longe melhor, quando mais breve então é o ideal), mas também gosta de ser protectora e maternal (Oh lá se é...talvez com hipopótamos, rinocerontes e outros brutamontes...com este abandonado Carneirinho está de chuva). Ambos procuram segurança e estabilidade, mas ao mesmo tempo anseiam por liberdade e aventura (É como naqueles filmes em que lá vai o infeliz solitário com o cavalo pelas rédeas ao pôr-do-sol e Ela a divertir-se noutro lado qualquer à luz aveludada da Lua). Terá que ter alguma paciência (já esgotei o stock de calmantes)  quando Ele se torna muito critico (Eu???), teimoso (Não, não, sou um doce, um kit-kat...) ou quando se quiser divertir e sair e a ele não lhe apetecer! (O convite mais simpático que me fez foi adeus ó vai-te embora)...Para além disso será uma relação muito boa de cumplicidade e sensualidade. Por acaso é! Amo a Sardinha! Beijocas (nunca me dá tempo para isso mas aqui fica a intenção)...



quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Selecção esburacada como o País

Portugal virado do avesso
A Selecção Nacional está esburacada como o País. Dois jogos e cinco golos sofridos (3 com a Islândia e 2 com a Dinamarca). Um défice intolerável nas nossas redes como na banca internacional. Os futebolistas portugueses em campo mais se assemelhavam aos ministros no Conselho dos ditos cujos. Sem ideias. Desconjuntados. Desgarrados. O técnico Paulo Bento é um Passos Coelho com menos jeito para se pentear. O actual primeiro-ministro embirrou com José Sócrates, o filósofo que entrou através de cunhas ("quem não tem vergonha todo o Mundo é seu", já diziam as minhas avozinhas) para uma universidade parisiense, ao ponto de se recusar a reunir a sós com o político que papou o pequeno almoço que é recorde do Guiness: 750 mil euros com o ex-artista dos relvados, Luís Figo. Também o seleccionador da "tranquilidade" e do risco ao meio alimenta os seus ódios de estimação: Ricardo Carvalho e Bosingwa. 
E o que diz o presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Gilberto Madaíl? Nada de substantivo. Tal como o PR Cavaco Silva. Os discursos de ambos são como pescadinhas-de-rabo-na-boca. Mais intragáveis e ininteligíveis mesmo só os de Jorge Sampaio, que necessitavam de sucessivas interpretações e explicações até se perceber alguma coisa do que pretendia transmitir às massas baralhadas com os puzzle palavrosos do ex-residente de Belém. 
No reino da Dinamarca é impossível descrever quem se revelou como o pior jogador português sobre o relvado. 
João Pereira equivaleu-se ao buraco na RTP, Rolando ao das Estradas de Portugal, Bruno Alves ao da CP e Eliseu ao da Carris. Sem exagero. No "galinheiro", Rui Patrício é como a Agricultura. Abandonado tal e qual os terrenos e uma defesa aqui e ali como os sobreiros no Alentejo. 
O meio-campo, ó senhores da Troika, que miséria aquela "troikinha" triplo M: Moutinho, Meireles e Martins. Este trio não se afundou num buraco mas enterrou-se bem fundo num mega buracão como o de  Alberto João Jardim na ilha do Jaime Ramos & Cª, ele, Jaime Ramos, que até foi presidente do União da Madeira. Levaram um bailinho, não da Madeira mas de Copenhaga e revelou-se mais imóvel que os Legos "made in Denmark", embora estes sejam mais coloridos...
A frente de ataque esteve mais murcha que uma intervenção do António José Seguro na Assembleia da República. O Cristiano Ronaldo, apesar do "míssil" que atenuou a derrota, deve ser uma vítima do Sistema Nacional de Saúde. Cada vez que enverga a camisola da Selecção vem cheio de mazelas, trôpego, manco e com cataratas para vislumbrar nitidamente a baliza contrária. O Hélder Postiga é o equivalente ao ministro das Finanças, Vítor Gaspar. Um move-se em câmara lenta, o outro fala como os actores nos filmes do Manoel de Oliveira e o titular da pasta da massa do País. O Nani no onze não passa de um Miguel Relvas. Aquela aparente hiperactividade   não passa de fogo de vista. Entraram ainda uns suplentes, Miguel Veloso, Ricardo Quaresma e Nuno Gomes e a mediocridade exibicional manteve-se inalterável. Do mesmo modo que o PEC I, o PEC II e o PEC III de José Sócrates e do inefável Teixeira dos Santos também eles não salvaram a Nação da ruína...
Olha-se para o banco de suplentes e o que se vislumbra? O Partido Comunista, o Manuel Alegre e o Bloco de Esquerda. 
Podemos manter-nos no Euro? Podemos. Mas com as taxas de juro do "play-off"...




segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Madeira mais democrática que Continente



A questão de se tratar a Política como o Futebol, com facciosismo, dá nisto. A Madeira, segundo se lê por aí, é uma terrível ditadura onde um "monstro" apelidado de Bokassa, Kadhafi, Pol Pot e outros epítetos massacra os ilhéus e enterra-os em valas comuns. É o problema de quem não sabe distinguir a estrada da Beira da beira da Estrada.
Por acaso, naquela terrível ditadura, o Parlamento Regional tem mais partidos representados (8) do que a Assembleia da República do Continente (5). Que chatice para os asfixiados democráticos da Madeira e dos que colocam aquele território ao nível das antigas ditaduras sul-americanas.
Na maior campanha contra uma pessoa e uma região como nunca se viu nos últimos 30 anos, a ditadura de Jardim "permitiu" que nove partidos se expressassem em campanha eleitoral e oito deles elegessem deputados regionais. Até o Partido Pelos Animais e Natureza tem um representante eleito numa terra bárbara sem touradas, enquanto no civilizado Continente se continuam a "esfaquear" alegremente ao som de música espanhola os toiros bravos.
A dívida da Madeira, mais o tal famoso buraco, permitiu à região ser a segunda mais rica do País logo a seguir a Lisboa. A Madeira deve dinheiro. Pois deve. E Portugal não é o segundo País mais desacreditado do Mundo em termos de dívida?
O Sócrates não moveu os céus e a terra para calar a boca à Manuela Moura Guedes? As escutas que o provam não estão ciosamente escondidas pelo guardião máximo do bando socrático, o Procurador-Geral da República? O Governo do mesmo Sócrates não aldrabou as contas e o valor do défice antes das eleições de 2009, apresentando na campanha um défice de 5% quando logo a seguir ao acto eleitoral se verificou que era de 9%? E todas estas artimanhas não aconteceram perante um Cavaco Silva inerte, mais interessado na sua reeleição do que no interesse nacional?
Há vigarices na Madeira? Decerto que sim. Tráficos de influências? Obviamente.
E por cá? Pelo santo Continente?
Paulo Penedos, arguido no processo Face Oculta, arrolou como testemunhas abonatórias Mário Soares e Jorge Sampaio, ex-presidentes da República. Porque será?
Lê-se no Correio da Manhã de hoje que o Ministério Público impediu que se investigasse José Sócrates. Porque será?
Paula Teixeira da Cruz, ministra da Justiça, quer correr com o Procurador-Geral da República mas o PR Cavaco Silva não deixa. Porque será?
Um juiz mandou prender Isaltino Morais e outro mandou soltá-lo. Porque será?
Agora que acabou o teatro à volta da Madeira cai-se na realidade. Portugal está à beira da bancarrota e adivinham-se novos cortes drásticos nos rendimentos da População. De toda a População? Obviamente que não. Os do costume mantêm os privilégios intocáveis e a malta lá vai cantando e acenando bandeirinhas de vez em quando pela Avenida da Liberdade abaixo...

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Recebe "A FLOR" que te dou!


Pediste-me uma flor
Procurei na Natureza
Uma com amor 
Com a tua beleza


Por montes e serranias
Até o Mundo me fartar
Como te iria prendar
Aquela flor que merecias


Por ti nunca desanimo
E na solidão da noite pensei
Qual seria o caminho
De dar-te o que nunca te dei


Pintar, pintei!
Gostaste? Não sei!


És única. Mereces mais, tudo
Mais que tudo!

É tua!