quarta-feira, 2 de novembro de 2011

GRÉCIA: O POVO É QUEM MAIS ORDENA! PORTUGAL: O POVO É QUEM MAIS PAGA!



A União Europeia foi constituída clandestinamente à revelia dos povos que a integram. O seu objectivo básico foi deitar dinheiro sobre os ódios dos países que se envolveram em duas sangrentas guerras mundiais. O euro é apenas o "cuspo" que segura esta frágil união de facto por conveniência e já ninguém se lembra dos tratados de Maastricht, Roma ou Lisboa. 

Com o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, desaparecido na caça ao cherne e o finlandês Van Não Sei Quantos Nokia, chefe também não sei de quê, a UE sobrevive ligada à máquina assistida por Merkel e Sarkozy, que mandam e comandam tudo e todos através de conferências de Imprensa à revelia de uma inutilidade caríssima aos contribuintes chamada de Parlamento Europeu. 

O caos é total e disso se aproveitam a máfia judaica da banca mundial. 

A Grécia, cercada de inimigos históricos como a Turquia, Albânica, Macedónia e Bulgária, e asfixiada pelas Troikas, FMI's e BCE's tomou a única alternativa que dispunha antes que os generais das Forças Armadas tomassem conta da situação, como aconteceu na sangrenta e terrível conflito civil após a II Guerra Mundial e mais tarde na célebre ditadura dos coronéis: fazer um referendo e dar a palavra ao Povo.

O Povo, esse eterno esquecido e relegado para a sombra assim que terminam os actos eleitorais, terá, assim, uma palavra decisiva sobre o seu Futuro. Os gregos serão donos e senhores do seu destino. Eles é que sabem se querem viver pobres, remediados ou ricos, se estão dispostos a fazerem toda a espécie de sacrifícios para pagar uma dívida de que obviamente também são responsáveis mas igualmente têm sido sujeitos a taxas de juro absolutamente pornográficas, um verdadeiro negócio da China para os credores usurários. 

A Europa entrou em estado de choque com esta decisão da Grécia, mas também os restantes países devem começar a habituar-se que a última palavra sobre os destinos nacionais compete aos próprios povos. E como eles têm combatido corajosamente nas ruas e nas praças históricas do berço da Democracia. 

Muitos dos países que exigem mundos e fundos à Grécia são eles próprios alguns dos maiores devedores mundiais, França e Alemanha incluídos, pelo que a sua moral de cobradores está muito longe de ser integra. 

E em Portugal?

Por cá, paga-se e discute-se o sexo dos anjos satânicos da política partidária e das . E de vez em quando passeia-se pela Avenida da Liberdade! 

Até um dia...

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